Mercado ilegal de emagrecedores atinge cifras impressionantes
Um levantamento divulgado nesta quarta-feira (24) revelou que o mercado paralelo de canetas emagrecedoras movimentou R$ 1,25 bilhão no último ano, acendendo o alerta sobre o comércio ilegal.
O avanço do comércio clandestino
A busca por resultados rápidos de perda de peso impulsionou um forte mercado informal de medicamentos falsificados, contrabandeados ou desviados de canais oficiais. O comércio clandestino ocorre fora das farmácias autorizadas, trazendo altos lucros para organizações criminosas.
Os principais dados e riscos apontados pelo monitoramento incluem:
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Movimentação financeira estimada em R$ 1,25 bilhão em doze meses;
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Venda concentrada em redes sociais, aplicativos de mensagens e sites não oficiais;
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Riscos graves à saúde devido à falta de controle de temperatura e armazenamento;
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Comercialização de produtos falsificados sem nenhuma substância ativa real.
Riscos e falta de controle
O estudo reforça que o mercado paralelo se aproveita da alta demanda global e de momentos de desabastecimento nas redes farmacêuticas regulares. O consumo desses produtos sem prescrição médica e sem procedência comprovada põe em perigo a segurança dos pacientes, que compram os medicamentos sem saber a verdadeira composição.




