Forças do DF garantem topo da segurança e buscam inovação fiscal
O Delegado Thiago Costa, vice-presidente da ADEPOL-DF, apresentou nesta semana, em Brasília, uma análise sobre o uso da CIP para financiar o videomonitoramento do Distrito Federal. (29 palavras)
Estrutura da Matéria:
Eficiência e tecnologia nas forças locais
Nos últimos sete anos, o Distrito Federal alcançou reduções históricas nos índices de criminalidade. O avanço é fruto do trabalho integrado de órgãos como Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Polícia Penal, utilizando recursos de ponta:
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Cercamento digital: Monitoramento de pontos estratégicos da capital.
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Reconhecimento facial: Identificação ágil em vias e eventos públicos.
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Leitura de placas: Rastreamento de veículos e combate a roubos.
Novo modelo fiscal para cidades inteligentes
Embora o Fundo Constitucional (FCDF) custeie a folha de pessoal das corporações, os investimentos em inovação sobrecarregam o Tesouro distrital. Para garantir recursos permanentes contra o crime organizado, o Delegado Thiago Costa, que também atua como Secretário-Executivo do Consesp, propõe aplicar a Emenda Constitucional nº 132/2023.
A medida autoriza o uso da receita da Contribuição de Iluminação Pública (CIP) para custear videomonitoramento e sensores urbanos, adequando a Lei Complementar distrital nº 4/1994.
Vantagens para o Distrito Federal
A proposta apresentada pela ADEPOL-DF busca transformar a capital em um laboratório de inovação:
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Sem novos impostos: Financiamento tecnológico sem onerar o contribuinte.
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Aumento da segurança: Redução de crimes noturnos pela combinação de iluminação e monitoramento.
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Autonomia financeira: Proteção das fronteiras contra facções sem depender do orçamento geral do poder público local.




