Estudantes protestam contra assédio e cobram segurança na Asa Norte
A rotina de medo e a falta de segurança motivaram uma mobilização estudantil na capital federal. Cansados da vulnerabilidade diária, alunos e lideranças comunitárias uniram forças para cobrar medidas imediatas das autoridades locais.
O motivo do protesto nas ruas
A caminhada foi organizada após relatos recorrentes de violência e perseguição nas proximidades das instituições de ensino. O ato público ganhou força para dar voz a reivindicações urgentes do grupo:
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Casos frequentes de assédio contra alunas nas proximidades da escola;
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Falta de policiamento ostensivo em horários de entrada e saída;
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Sensação de abandono devido à iluminação pública precária na região;
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Necessidade de proteger pedestres nos caminhos até as paradas de ônibus.
Lideranças cobram ações concretas
O ato contou com o apoio de representantes locais, como Maria Souza, diretora do grêmio estudantil, que reforçou o impacto psicológico do medo constante na rotina escolar de jovens e adolescentes.
Além dela, o coordenador da associação de moradores da Asa Norte, Carlos Andrade, marcou presença e destacou que a escuridão em diversas quadras do bairro facilita a ação de criminosos, tornando o espaço público perigoso para toda a comunidade.
O movimento espera uma resposta rápida dos órgãos competentes para garantir a segurança no trajeto escolar e a revitalização da iluminação nas quadras residenciais e comerciais da região.




