Defesa de Paulo Henrique exige explicações da PGR
A defesa do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, questionou oficialmente a Procuradoria-Geral da República (PGR) nesta segunda-feira (13 de julho de 2026) sobre a recusa de sua delação premiada.
Questionamentos sobre a decisão da PGR
Os advogados de defesa acionaram a Lei de Acesso à Informação (LAI) para obter detalhes e cópias dos documentos que embasaram o indeferimento da colaboração. O pedido ocorre após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, classificar a proposta de acordo como de “reduzida utilidade e débil eficácia potencial”.
Segundo a PGR, os tópicos apresentados pelos defensores do executivo não demonstraram ineditismo em relação às fraudes financeiras investigadas na Operação Compliance Zero. Além disso, o órgão apontou que a proposta não trazia garantias mínimas sobre a capacidade de ressarcimento de valores aos cofres públicos.
Situação processual e próximos passos
A defesa argumenta que soube da rejeição por meio da imprensa e busca respostas institucionais sobre os motivos objetivos para o descarte das informações ofertadas. O cenário do caso apresenta os seguintes pontos:
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Prisão Preventiva: Paulo Henrique Costa segue detido desde 16 de abril de 2026, quando foi alvo da quarta fase da operação policial.
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Local de Custódia: O ex-presidente do banco cumpre a medida restritiva no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a prisão militar conhecida como “Papudinha”, em Brasília.
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Análise no STF: O caso segue sob a relatoria do ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federal (STF).
A Polícia Federal (PF), que atua em conjunto com o Ministério Público Federal nas investigações, ainda não se manifestou oficialmente sobre a análise do material oferecido pelo ex-gestor.
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