Bate-papo na Quituart aborda situação eleitoral de Arruda
A Tia Rô, figura icônica da Quituart, famosa por sua gastronomia nordestina e por acolher políticos e personalidades em seu restaurante, acompanhou, os desdobramentos jurídicos da candidatura de José Roberto Arruda. Em bate-papos descontraídos acompanhados de cerveja gelada e uma excelente rabadinha de tira-gosto.
A Troca de Candidatura e os Prazos Legais
Curiosa sobre a dinâmica de prazos e os bastidores das decisões partidárias no PSD, Tia Rô questionou a possibilidade de alteração na chapa para a disputa ao Governo do Distrito Federal:
“E ainda daria tempo para mudar, hoje, Arruda e colocar Paulo Octávio, como teem mencionado por aí?”
Os prazos da Justiça Eleitoral mostram que a janela regular para a troca de candidaturas expirou em 14 de setembro de 2026. O PSD teve a oportunidade de realizar a substituição dentro do limite formal, mas optou por manter o nome de José Roberto Arruda e concentrar esforços nos recursos apresentados ao TSE.
Regras das Urnas e Validade dos Votos
Diante do cenário gerado pelo indeferimento do registro no TRE e da sequência da campanha sob a condição sub judice, Tia Rô buscou entender o destino da votação:
“E Arruda continua candidato, vai para as eleições e assume? Ou o vice assume? Como fica? Perde todos os votos?”
De acordo com a legislação eleitoral brasileira, a destinação dos votos em chapas majoritárias segue regras estritas de anulação e não transferência:
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Vedação à migração de votos: Os sufrágios recebidos pela chapa não podem ser transferidos para o vice, ou para o PSD.
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Impacto do indeferimento definitivo: Se o TSE mantiver o indeferimento do registro após a votação, os votos são declarados nulos, demandando nova totalização pela Justiça Eleitoral ou realização de nova eleição.
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Restrição à diplomação: O candidato que mantiver o registro indeferido fica impedido de ser diplomado ou de tomar posse.




