Leitura encontra meio ambiente e celebra o cerrado
A Feira do Livro de Brasília (FeliB) 2025 abriu suas portas nesta quinta-feira (5), transformando o Complexo Cultural da República em um vibrante centro de literatura, arte e, especialmente, reflexão ecológica. Alinhada com a Semana Mundial do Meio Ambiente, esta edição da FeliB, que segue até o dia 14 de junho, exalta a contribuição da leitura para a preservação ambiental, com um foco especial no Cerrado, nosso valioso bioma local.
Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e à educação ambiental, mais de cinco mil estudantes da rede pública do Distrito Federal são esperados no evento. A Secretaria de Educação (SEEDF) garantiu o transporte e o lanche para todos os alunos, facilitando a participação massiva nesse encontro com o conhecimento.
Leitura e Consciência Ambiental para o Futuro
A edição deste ano da FeliB se destaca por seu olhar atento ao Cerrado, bioma que cobre grande parte do território do DF. A programação foi cuidadosamente elaborada para promover a educação ambiental através da literatura e das artes. Essas ferramentas são usadas para sensibilizar e mobilizar a sociedade para as causas ecológicas.
Os visitantes podem esperar uma programação diversificada, que inclui:
- Oficinas interativas
- Lançamentos de livros
- Encontros inspiradores com autores
- Feira de artesanato local
- Atividades culturais focadas na formação de novos leitores e na construção de um pensamento crítico sobre as questões ambientais.
Para garantir que os estudantes da rede pública possam aproveitar ao máximo a experiência, a SEEDF montou uma estrutura de apoio robusta. Foram reservados 172 ônibus escolares, capazes de transportar até 5.760 estudantes nos dias úteis do evento, além de kits lanche para os turnos matutino, vespertino e noturno.
Autoridades Presentes e o Poder da Leitura
A cerimônia de abertura contou com a presença de importantes autoridades do Governo do Distrito Federal, como a vice-governadora do DF, Celina Leão, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, e o secretário de Meio Ambiente, Gutemberg Gomes.
Em seu discurso emocionante, a secretária Hélvia Paranaguá ressaltou o papel transformador da literatura na sociedade. Ela citou versos do poeta Castro Alves: “Bendito o que semeia livros, livros a mão-cheia, e manda o povo pensar! O livro, caindo n’alma, é germe – que faz a palma, é chuva – que faz o mar.”




