Escorpiões e cobras geram milhares de atendimentos na rede de saúde
A Secretaria de Saúde (SES-DF) registrou 5.549 acidentes com animais peçonhentos em 2025 no Distrito Federal, com alta concentração em áreas urbanas devido ao início das chuvas e queimadas.
Prevenção e cuidados imediatos (H2) O aumento de 24,55% nas ocorrências acende um alerta para a população. Segundo a bioquímica Vilma Del Lama, do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox), o erro mais grave é não buscar ajuda médica imediata após a picada.
Principais recomendações:
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Não chupar a ferida: Isso não retira o veneno e pode causar infecções.
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Não garrotear: O uso de torniquetes piora a situação do local atingido.
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Buscar ajuda rápida: Mais de 50% das vítimas são atendidas em menos de uma hora na rede pública.
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Cuidado com crianças: O choro repentino e intenso pode indicar uma picada de animal peçonhento.
Atendimento na rede pública (H2) Atualmente, dez hospitais do Governo do Distrito Federal (GDF) disponibilizam o soro específico contra venenos. Além dos hospitais, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) oferecem suporte para alívio de sintomas leves.
A enfermeira Geila Márcia Meneguessi, da vigilância epidemiológica da SES-DF, reforça que o sistema está preparado para diagnósticos rápidos. O CIATox, vinculado ao Samu, atende 24 horas pelos telefones 0800 644 6774 e (61) 9 9288-9358 para orientar a população.



