Diagnóstico rápido de câncer traz esperança e agiliza tratamentos
No Dia Mundial do Câncer, celebrado nesta quarta-feira (4), o Distrito Federal destacou avanços importantes no combate à doença. Com o programa “O Câncer Não Espera”, a rede pública conseguiu reduzir drasticamente o tempo de espera, transformando a trajetória de pacientes que dependem do SUS.
Resultados que salvam vidas
Desde o lançamento da iniciativa, em julho de 2025, a Secretaria de Saúde (SES-DF) registrou uma mudança real no atendimento oncológico:
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Agilidade no atendimento: O tempo médio para a primeira consulta caiu de 80 para apenas 15 dias.
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Fila reduzida: O número de pessoas aguardando atendimento despencou de 1.500 para cerca de 194.
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Integração: O Hospital de Base e unidades privadas conveniadas agora trabalham juntos para antecipar exames e sessões de quimioterapia.
O tempo como prioridade
Para pacientes como André Luiz Bezerra, de 31 anos, a velocidade do diagnóstico foi crucial. Após descobrir que a doença havia se espalhado, ele foi encaminhado rapidamente para o tratamento. “Ser atendido rápido muda tudo. Me deu força para enfrentar e ter esperança”, conta André, que hoje segue assistido pelo Hospital de Base e pelo Hospital Anchieta.
Prevenção: fique atento aos sinais
Especialistas reforçam que o diagnóstico precoce continua sendo a melhor arma. A recomendação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) caso perceba sintomas persistentes, como:
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Nódulos ou feridas que não cicatrizam.
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Perda de peso sem causa aparente.
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Tosse prolongada ou dores contínuas.
O sistema de fila única da Central de Regulação organiza o encaminhamento para especialistas assim que a suspeita é registrada, garantindo que o tratamento comece sem atrasos.





